quinta-feira, 25 de março de 2010

MISTÉRIOS DO PATO (OU DA PATA)

            Dia desses, andando com Bruninha pelo hipermercado, parei diante de uma prateleira cheia de coelhinhos de pelúcia e perguntei a ela de qual ela tinha gostado mais. Sempre diferente e ligeira, disse que preferia um pato (na verdade uma pata de lencinho na cabeça e avental) que se escondia entre os coelhos. Eram brinquedos importados, nem sei bem de que país, diferentes, artesanais.
             Pois bem, puxei o pato (vou continuar chamando no masculino como ela) pelo pescoço e dei um grito, pois ele se retorceu todo e começou a grasnar em alto e bom som, assim como os gansos fazem quando entra alguém na casa onde vivem (será que não é uma gansa?). Todo mundo se virou para ver o que era aquele barulho inusitado e depois caímos todos na risada. É claro que a Bruna não largou mais a tal ave e então descobrimos um tal botãozinho na mão enluvada dela que faz o bichinho (não é tão pequeno) dançar, cantar e se retorcer todo. Foi a sensação da noite! Até a Bisa (velho é tão criança!) só queria saber de fazer o “pato” dançar.
              Para preservar o brinquedo e fazer com que dure mais um pouco, depois que o netinho também se esbaldou com ele, guardei o pato numa estante alta no quarto do Kadu. E eles se esqueceram do coitado, pois sempre surge algo novo para diverti-los.
              Hoje cedo, estava rezando para um momento importante na vida de um filho, para que ele atingisse seus objetivos e lembrei-me de um grande amigo que se foi cedo demais e era padrinho dele. Sem grandes convicções, pensei que ele poderia dar uma mãozinha ao afilhado, do lugar onde estivesse.
              Nesse momento, só eu e Pitty (a cachorrinha) em casa ...
              Tchan... Tchan... Tchan...
              
               O pato começa a cantar e a se rebolar, aos gritos na casa silenciosa!
  
               E agora?
               Precisei apertar o tal botãozinho para ele parar, sinal de que não foi um curto circuito (pilha terá isso?).
               Bem, estou arrepiada até agora e deixo a interpretação para o Paulo e a Jeanne, que entendem melhor dessas coisas do Além.
               Já pensaram se isso se repete no meio da noite?
               Brrrrrrr........

2 comentários:

Jeanne disse...

ha,ha,ha,ha...
depois de assistir ao globo reporter, chega de mistérios por hoje,rsrsrsrs...
Beijos :)

Paulo Sergio disse...

Pois é, a mediunidade não é exclusividade dos espiritas e sim um dom dado pelo Criador aos seres humanos, uns as tem mais desenvolvidas.
O espiritismo educa a mediunidade para que o médium a use em benefício da humanidade.
Este fato demonstra que você é uma médium de efeitos físicos.