segunda-feira, 21 de maio de 2018

MINHA VIAGEM AO JAPÃO - PARTE 5

Depois dos meus incidentes de hérnia de disco e crise de ciático estava andando só de carro.
Aqui, além de caminhar horrores, tem muitas escadas!

É o poder do amor! 
E a vontade de não desperdiçar esta oportunidade única.
É uma viagem muito longa para a gente deixar de se esforçar.




Na volta de Hiroshima, encontramos essa movimentada rua de comércio em Hiroshima.


Na chegada em casa, as bicicletas esperando seus donos na volta do trabalho.
De manhã, eles pedalam até a estação de terno e gravata e elas de saia e salto alto.
Inclusive, deixam as compras na bicicleta para pegarem na volta do trabalho.
E tudo fica lá, como eles deixaram. 


Em Nagoya também há ruas cobertas, de intenso comércio, com cafeterias e todo tipo de lanches, além de muitos souvenires.



Nesta rua, encontramos uma única cafeteria onde era permitido fumar.
O café era gostoso, a xícara um mimo, mas nosso olfato já não aceita mais o cheiro do alcatrão. Saímos correndo de lá.





Uma constatação.
Os japoneses usam pouco sal, pouco açúcar e poucos temperos na comida.
Os doces não são bem doces.
A comida sempre tem pouco sal.
E o arroz é cozido sem tempero algum.
Deve ajudar na longevidade deles.


Como em várias casa do Brasil, no Japão jamais se entra em casa ou nos templos com os sapatos que andou na rua (isso que as ruas são muito limpas).
As casas já possuem um lugar para troca de calçados.



Mais um templo budista no centro da cidade.
Osu Kannon Temple.




  Nosso último passeio oficial no Japão foi no Nagoya City Science Museum.
Incrível tudo o que vimos lá!
Chamou a atenção a quantidade de crianças experimentando tudo, aprendendo leis da Física brincando, conhecendo elementos, muito conhecimento de forma lúdica.








 Chamou minha atenção a tabela periódica (tão difícil em Química), com todos os elementos representados, tornando concretas aquelas fórmulas que precisamos decorar sem nem imaginar como é cada substância ou material daqueles.

















No Planetário, infelizmente, tudo em japonês! 
Ficamos só vendo e tentando adivinhar o texto.
Um homem roncava alto ... infelizmente latino. 


No prédio do meu filho há uma biblioteca, inclusive com livros infantis.
Deixei o Nonô lá, pois há muitos engenheiros brasileiros residindo lá também.





Quero agradecer aqui a esses companheiroa de viagem, que fizeram tudo parecer e ser melhor ainda!



Um agradecimento a todos os amigos que viajaram junto, pelo Facebook, lendo e comentando meus relatos e, assim, me dando ânimo para chegar em casa exausta e ainda postar tudo o que vi naquele dia.

E um super MUITO OBRIGADA a esse filho maravilhoso, que abriu mão dos amigos e da única semana de folga do trabalho para passear com a mãe e o amigo Paulo por lugares que ele já conhecia, com paciência pelas nossas limitações físicas, com didatismo e entusiasmo, mesmo sabendo que os amigos da sua idade estavam em outros programas, certamente bem mais divertidos. 
Por ele tentamos aprender tudo mais depressa e ainda experimentar até onde deu a culinária japonesa, com paladar tão diferente. 
Obrigada filho querido! Foste um cicerone e um anfitrião maravilhoso!





 Não poderei estar presente no seu aniversário, mas deixei meu presente para ele, uma figueira, que há de lhe fazer companhia e testemunhar diariamente o meu amor.

domingo, 20 de maio de 2018

MINHA VIAGEM AO JAPÃO - PARTE 4

Para espairecer, depois das emoções do Museu da Paz, fomos visitar Hiroshima Castle.
5 andares de escadas internas íngremes (fora as do exterior)para ter direito a um lindo visual da cidade.






Depois, pegamos uma barca e atravessamos para a ilha de Miyajima. 
Lá, os veados andam soltos, tem um templo budista imponente, mais um castelo em cima de muitas escadas e um portal famoso. 

















  Tinha também muita comida boa, ostras imensas, fresquinhas e saborosas!








E também cervejas artesanais.
Foi um lindo passeio!




Quando penso em deixar isto aqui e voltar a ter medo nas ruas, não dá vontade de retornar.
Quando lembro que o horário político vai começar...
Já vejo as manchetes dos jornais...
Queria ter argumentos para influenciar a volta deste filho amado ao Brasil.
No entanto, ele vive tão melhor aqui...
Bem instalado, bem empregado, numa linda cidade, com segurança e paz...
Acho que meu coração vai ter que entender que faz parte do papel das mães querer só o melhor para os filhos, mesmo que precise aprender a lidar com a ausência e a saudade.



Agora eu tenho certeza que o tempo é relativo.
A gente pode viver um ano em duas semanas!