“O sonho, alegria me dá, nele você
está."
Não
tenho certeza, mas parece que era a Joana quem cantava esta música.
Jung
dedicou-se muito a estudar os sonhos e sua simbologia.
Você
já imaginou se pudéssemos escolher com o quê (e com quem) sonhar?
Que
maravilha!
E
nunca ter pesadelos, nem sonhos que nos fazem acordar tristes ou preocupados.
No
sonho, o distante fica próximo; o que partiu retorna; o que nunca mais se viu
aparece bem de pertinho.
Tem
gente que tem sonhos eróticos com muita frequência e diz que amanhece renovado.
Outros,
invocam pessoas antes de dormir para ver se sonham com elas.
Há
ainda os que juram nunca sonhar.
Eu
sonho pouco, ou me lembro pouco dos meus sonhos. Alguns foram marcantes,
inesquecíveis, como aqueles em que voltei a ouvir, ver e tocar no meu pai e na
minha avó, por exemplo.
Noite
passada tive um sonho lindo, daqueles que a gente fica com pena de despertar.
No sonho, eu nem brigava com as coisas que não gosto mais na minha aparência,
porque era eu anos atrás, do jeitinho que eu gostava. E como estava feliz!
Pois
é, a gente não tem o menor controle sobre os sonhos. Dizem que eles são um
resumo do que fizemos ou pensamos durante o dia, mas há controvérsias.
Acho
que vou colocar bastante chá de camomila no chimarrão para ver se sonho de novo
estas coisas lindas, suaves, emocionantes, bem distantes das mazelas da vida.
Bons
sonhos para você também!
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